domingo, 27 de dezembro de 2015

VLOG: Florianópolis Bate e Volta

OLá Amores e Amoras...



Olha só que legal minha viagem a Floripa.  Foi rápido mas quero voltar pra aproveitar mais tempo.

Conhecer as lindas praias que tem lá.









sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Resenha Aussie 3 minutes Miracle

Olá Amores e Amoras.

Vim aqui hoje pra falar do Aussie 3 Minute Miracle.

Demorei pra experimentar afinal o preço é salgadinho rsrsrrs mas criei coragem e comprei.Estava muito curiosa para testar.

O 3mm (como é popularmente chamado) já ganhou vários prêmios em todo o mundo. Ele é tipo um queridinho eterno! O legal é que o fabricante se garante tanto que nos EUA se você não gostar do produto eles te devolvem o dinheiro. Prova de que com certeza a maioria aprova, concordam?
O produto promete um “milagre” capilar em 3 minutos. Proposta pra lá de arriscada, né? Mas que ele consegue cumprir com folga. O modo de uso indicado é o clássico de qualquer máscara, aplicar no banho após a lavagem, deixar agir por três minutos e na sequência retirar (no caso o tempo dele é menor que o da maioria). Mas eu não tenho muita paciência pra fazer máscara no banho sempre (confesso!) entãogosto de aplicar um tiquinho com ele seco m
esmo.
Olha só o resultado que ele dá:
Fonte Ana Célia Piske
Obviamente estou com ele do lado esquerdo e sem ele do lado direito. Nem parece o mesmo cabelo. Convenhamos! Achei melhor que óleo de argan.  Isso porque ele absorve mais rápido e o cabelo fica NORMAL, nem parece que passou produto (sem nenhuma textura diferente/oleosa/molhada). Além disso o cheiro é maravilhoso! O negócio é bom gente, é bom demais. 

O único contra que encontrei foi que se eu secar o cabelo com o secador, o creme seca e fica tipo umas caspinhas sabem? Então recomendo que não sequem com o secador.
Fiz progressiva a pouco tempo e o aussie deixa meu cabelo tão macio que ele seca ao natural e fica lindo.


Bjos amoraaaasss

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Resenha Egeo Woman Dolce

Olá amorassss


Ganhei de presente de aniversário este kit lindo do Boticário.

Ana Célia Piske
Achei linda a embalagem, e curiosa que sou, corri pra ver o valor e experimentar para vir aqui contar para vocês.
Ele é muito cheiroso, marcante. Fica na pele e na roupa, é incrível. É doce, mas não é enjoativo. Perfeito na medida.
O Merengue mousse hidratante é uma delícia, um toque macio e aveludado na pele.
Além do cheirinho gostoso.
E ainda vem um mimo, uma bolsinha preta de paetês. Um charme pra levar sua Make B. rsrsrss

Adorei e recomendo que comprem.
Maridos, namorados... comprem para as amoras srssrsrs  Só R$ 149,00 o kit






Para a mulher marcante
Uma das coisas mais agradáveis do Natal é poder presentear quem a gente ama com produtos especiais. O Kit Presente Egeo Dolce possui uma fragrância extremamente feminina, e o estojo é composto por itens exclusivos para presentear aquela mulher que adora cuidados especiais, sabe o poder que possui, e que inspira e seduz em cada detalhe.
O Kit vem com:
01 Egeo Dolce Woman Des. Colônia 100ml, uma fragrância extremamente feminina;
01 Egeo dolce Merengue Mousse Hidratante 250g, para uma pele sedosa;
01 Egeo Dolce Desodorante Body Spray 100ml, para mantê-la protegida e perfumada;
01 Mini Nécessaire de Paetê (12cm x 11cm), para guardar seus acessórios de beleza.
Fonte: O boticário

domingo, 20 de dezembro de 2015

Resenha Baton Intense 330 - O Boticário

Olá amoras, tudo bem?

Eu estava em busca de um batom vermelho matte barato, pesquisei muito até que descobrir a cor 330 da linha Intense de O Boticário. Eu fiquei curiosa e fui até a loja para ver a cor de pertinho e me apaixonei logo de cara. 
Ele é matte, um vermelho maravilhoso, perfeito. É sequinho na medida certa, não arranca metade do lábio quando você passa de tão seco. Tem um cheirinho gostoso, meio adocicado, mas é bem suave.



  • Pontos positivos: possui ótima pigmentação, é nacional e baratinho (em torno de R$17) e dura nos lábios. 
  • Pontos negativos: a embalagem é frágil, exige cuidado ao aplicar, os batons dessa linha quebram muito facilmente.

Ameiiiii esse batom profundamenteee!!!Esse foi o primeiro batom vermelho que eu tive coragem de usar, pois ele não é brilhante e é fácil de usar!!!!

Ana Célia Piske

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Nasceu 1º filho de Alexandre Nero!

Oi gente....


Noá, primeiro filho dos atores Alexandre Nero e Karen Brustolin, nasceu na manhã desta terça-feira (15), na maternidade Perinatal da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.
Após o nascimento, a organizadora de eventos Lorena Duque postou fotos em seu perfil no Instagram mostando as lembrancinhas de maternidade.
Juntos há mais de três anos, Alexandre e Karen se casaram em julho deste ano em uma cerimônia íntima e informal no Rio de Janeiro. 
A assessoria de imprensa de Karen diz que o casal deve se manifestar nas redes sociais.

Deve ser lindo esse baby, com pais lindos como a Karen e o Nero!!

Felicidades a família!!!!

noticias.bol.uol.com.br

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Resenha: Esmalte Viagens em Postais - Risqué

Olá amoras...

hoje vim aqui para falar do Esmalte da Risqué - Viagens em Postais.
É da coleção Colecionistas, tem cores lindas... mas ganhei apenas essa junto com outros esmaltes no amigo secreto da escola que trabalho.
Escolhi ele para a unha da semana porque achei lindo o tom de azul, cor de mar, lembra coisa boa.
Além de ser hipoalergênico e hiper fácil de aplicar, com uma cobertura impecável.

Foto de Ana Célia Piske
Achei lindo e recomendo!!!!!!

Adorei... bjos 


Ana Célia Piske

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Diy- PAP Porta-moedas

Bom dia Amorasss



Aqui mais um video novo com o passo a passo de uma linda bolsinha para presentear quem você gosta.



Clique e aproveite.









terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Festa de fim de ano Escola Municipal Irati

Oioiii gente bonita...

Ontem foi a festa de encerramento da escola que faço estágio... para isso fiz uma progressiva, para ficar bemmm bonita rsrsrsrs
Fiz um vídeo com o antes e o depois da progressiva, e com algumas fotinhos da festa...

o vídeo já está no meu canal e você pode conferir clicando aqui



Beijinho no ombroooo!!!

Loirah

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Capa de vaso Papai Noel Envergonhado

Genteee

terminei a capa de vaso do papai noel..

ficou linda.. e a cliente amou.

olha só as fotos.

Frente

verso
Gente, eu ameiiii


Bjos da Loirah

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Projeto 30 anos com 60 kls

Gente bonita... estou aqui pois tive uma ideia.... tá na verdade não é uma ideia, é uma necessidade rsrsrsr

Faltam poucos dias para o meu aniversário, farei 29 aninhos em 18/12/2015.
Só que não estou satisfeita com meu corpinho rsrsrs to beeeeem acima do peso, e isso me incomoda muito em diversas situações do dia-a-dia.
Fazem alguns anos, na verdade depois que tive meu filho, não consegui emagrecer...
sempre fazendo loucuras, dietas malucas que me trazem algum resultado na hora, mas depois deixo de lado e volto a engordar.
Bom, então decidi fazer do blog um espaço onde eu possa contar minhas experiências do processo que vou me comprometer a fazer para emagrecer.
 Vou postar vídeos também da rotina, além de alimentar minha página do face diariamente.

Espero poder contar com vocês para essa caminhada que terá início dia 19/12/15 até 18/12/2016.

Curtam, compartilhem, e venham comigo.
quero ser inspiração para quem também deseja mudar de verdade.

Beijos da Loirah

Papai Noel capa para vaso sanitário

Boa noite pessoas lindas!!!

Hoje vim para mostrar um pouquinho do meu trabalho.
Está chegando o Natal, e chovem encomendas temáticas. Uma delas que é sucesso é a capa para vaso sanitário de Papai Noel. A tampa fechada ele fica normal, a tampa aberta ele fecha os olhos com as mãos.é muito fofo.
Estou postando as fotos dele ainda em processo de montagem, na fase de acabamento, mas logo posto as fotos dele prontinho!!!!

espero que gostem.
Quem tiver interesse pode entrar em contato pelo e-mail piskeatelie@gmail.com

bjos da Loirah



Fonte: Ana Célia Piske

domingo, 29 de novembro de 2015

Sucos DETOX: 3 receitas potentes!!!!!

dieta detox ajuda a eliminar as toxinas do corpo, desinchar, além de combater alguns sintomas como cansaço, sono, mau humor e dores de cabeça, ajudar no bom funcionamento do intestino e melhorar até mesmo pele, unhas e cabelos. Por isso ela vem ganhando cada vez mais adeptos.
E os sucos detox são o carro-chefe desse tipo de alimentação. Eles devem ser feitos com ingredientes que auxiliam diretamente o fígado, órgão responsável pela “limpeza” interna do corpo. Os mais indicados são os cítricos, como limão, laranja, kiwi, acerola e abacaxi; os ricos em água, como a melancia; e os que possuem ação digestiva e facilitam o metabolismo, como gengibre, berinjela e couve.

Abaixo seguem 3 receitas fáceis e baratas, que vão ajudar no seu processo de emagrecimento.
Mas não esqueça, o suco sozinho não faz milagres, você precisa cuidar da alimentação e movimentar o corpo gataaa!!!!

Suco desintoxicante de couve e limão

Bata no liquidificador uma folha de couve, suco de ½ limão, um pedaço pequeno de pepino sem casca e sem semente, uma maçã vermelha sem casca e 150 ml (cerca um copo) de água de coco. Beba gelado.

Suco com gengibre

Junte no liquidificador uma laranja sem a polpa branca, suco de ½ limão, uma maçã gala ou Fuji, um pedaço de gengibre (do tamanho de uma moeda), uma folha de couve, ½ copo de água e bata tudo. O ideal é que o suco seja consumido sem coar.

Suco de kiwi

Misture 250 ml (pouco menos de dois copos) de água de coco, oito morangos, dois kiwis e bata no liquidificador. Raspas de gengibre completam a receita do suco.


Tome os sucos assim que acordar, pelo menos meia hora antes do café da manhã!!!


Beijus da Loirah


sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Quem foi Jean Piaget?

Jean Piaget (1896-1980) foi um renomado psicólogo e filósofo suíço, conhecido por seu trabalho pioneiro no campo da inteligência infantil. Piaget passou grande parte de sua carreira profissional interagindo com crianças e estudando seu processo de raciocínio. Seus estudos tiveram um grande impacto sobre os campos da Psicologia e Pedagogia.

Jean Piaget nasceu no dia 9 de agosto de 1896, em Neuchâtel, na Suíça. Seu pai, um calvinista convicto, era professor universitário de Literatura medieval. 

Piaget foi um menino prodígio. Interessou-se por História Natural ainda em sua infância. Aos 11 anos de idade, publicou seu primeiro trabalho sobre sua observação de um pardal albino. Esse breve estudo é considerado o início de sua brilhante carreira científica. Aos sábados, Piaget trabalhava gratuitamente no Museu de História Natural.

Piaget frequentou a Universidade de Neuchâtel, onde estudou Biologia e Filosofia. Ele recebeu seu doutorado em Biologia em 1918, aos 22 anos de idade.

Após formar-se, Piaget foi para Zurich, onde trabalhou como psicólogo experimental. Lá ele frequentou aulas lecionadas por Jung e trabalhou como psiquiatra em uma clínica. Essas experiências influenciaram-no em seu trabalho. Ele passou a combinar a psicologia experimental, que é um estudo formal e sistemático, com métodos informais de psicologia: entrevistas, conversas e análises de pacientes.

Em 1919, Piaget mudou-se para a França, onde foi convidado a trabalhar no laboratório de Alfred Binet, um famoso psicólogo infantil que desenvolveu testes de inteligência, padronizados para crianças. Piaget notou que crianças francesas da mesma faixa etária cometiam erros semelhantes nesses testes e concluiu que o pensamento lógico se desenvolve gradualmente.

O ano de 1919 foi um marco em sua vida. Piaget iniciou seus estudos experimentais sobre a mente humana e começou a pesquisar também sobre o desenvolvimento das habilidades cognitivas. Seu conhecimento de Biologia levou-o a enxergar o desenvolvimento cognitivo de uma criança como sendo uma evolução gradativa. 

Jean Piaget revolucionou as concepções de inteligência e de desenvolvimento cognitivo partindo de pesquisas baseadas na observação e em entrevistas que realizou com crianças. Interessou-se fundamentalmente pelas relações que se estabelecem entre o sujeito que conhece e o mundo que tenta conhecer. Considerou-se um epistemólogo genético porque investigou a natureza e a gênese do conhecimento nos seus processos e estágios de desenvolvimento. 

Em 1921, Piaget voltou à Suíça e tornou-se diretor de estudos no Instituto J. J. Rousseau da Universidade de Genebra. Lá ele iniciou o maior trabalho de sua vida, ao observar crianças brincando e registrar meticulosamente as palavras, ações e processos de raciocínio delas.

Em 1923, Piaget casou-se com Valentine Châtenay, com quem teve três filhas: Jacqueline (1925), Lucienne (1927) e Laurent (1931). As teorias de Piaget foram, em grande parte, baseadas em estudos e observações de seus filhos que ele realizou ao lado de sua esposa.

Enquanto prosseguia com suas pesquisas e publicações de trabalhos, Piaget lecionou em diversas universidades europeias. Registros revelam que ele foi o único suíço a ser convidado para lecionar na Universidade de Sorbonne (Paris, França), onde permaneceu de 1952 a 1963. Até a data de seu falecimento, Piaget fundou e dirigiu o Centro Internacional para Epistemologia Genética. Ao longo de sua brilhante carreira, Piaget escreveu mais de 75 livros e centenas de trabalhos científicos. Piaget morreu em Genebra, em 17 de setembro de 1980.

Piaget desenvolveu diversos campos de estudos científicos: a psicologia do desenvolvimento, a teoria cognitiva e o que veio a ser chamado de epistemologia genética.

A essência do trabalho de Piaget ensina que ao observarmos cuidadosamente a maneira com que o conhecimento se desenvolve nas crianças, podemos entender melhor a natureza do conhecimento humano. Suas pesquisas sobre a psicologia do desenvolvimento e a epistemologia genética tinham o objetivo de entender como o conhecimento evolui.

Piaget formulou sua teoria de que o conhecimento evolui progressivamente por meio de estruturas de raciocínio que substituem umas às outras por meio de estágios. Isso significa que a lógica e formas de pensar de uma criança são completamente diferentes da lógica dos adultos.

Em seu trabalho, Piaget identifica os quatro estágios de evolução mental de uma criança. Cada estágio é um período onde o pensamento e comportamento infantil é caracterizado por uma forma específica de conhecimento e raciocínio. Esses quatro estágios são: sensório-motor, pré-operatório, operatório concreto e operatório formal. 

Em seus estudos sobre crianças, Jean Piaget descobriu que elas não raciocinam como os adultos. Esta descoberta levou Piaget a recomendar aos adultos que adotassem uma abordagem educacional diferente ao lidar com crianças. Ele modificou a teoria pedagógica tradicional que, até então, afirmava que a mente de uma criança é vazia, esperando ser preenchida por conhecimento. Na visão de Piaget, as crianças são as próprias construtoras ativas do conhecimento, constantemente criando e testando suas teorias sobre o mundo. Ele forneceu uma percepção sobre as crianças que serve como base de muitas linhas educacionais atuais. De fato, suas contribuições para as áreas da Psicologia e Pedagogia são imensuráveis.

Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Projeto PIBID 2015 - CURItIBA


Um lindo projeto realizado nas escolas da rede municipal de Curitiba.

Os estudantes do curso de Pedagogia da PUCPR e bolsistas do PIBID - Programa Institucional de Bolsa para Iniciação a Docência, elaboraram juntamente com a Escola Municipal Irati e sob a orientação das supervisoras Alessy A. Fernandes da Silva e Débora Carla S. Berton, o projeto  “O CARTEIRO CHEGOU”, nesse projeto foram trabalhados com os alunos do 4º e 5º anos o tema: Direitos Humanos e Trabalho Infantil, destacando os direitos das crianças, bem como a declaração dos direitos da criança.
     As atividades propostas envolveram os meios de comunicação, com ênfase na produção textual. Inicialmente, foi trabalhado o correio e correspondência, assim os alunos produziram cartas direcionadas aos colegas de classe.

Em um segundo momento os alunos produziram cartas para o Prefeito de Curitiba, solicitando o retorno do Comunidade Escola, visando o 7º principio do direito das crianças: Toda a criança tem direito a receber educação primária gratuita, e também de qualidade, para que possa ter oportunidades iguais para desenvolver as suas habilidades. E como brincar também é uma boa maneira de aprender, as crianças também têm todo o direito de brincar e de se divertir!
     Para finalizar o projeto os alunos do PIBID contaram com a colaboração da atriz Juliana Liconti a qual fez uma palestra contando sobre a ação que ela realiza com a população: - Escreve cartas que não serão enviadas, e em um outro momento ela lê ou entrega para as pessoas que a procuram porque gostariam de ler alguma carta. 
     Alunos PIBID- manhã que desenvolveram esse projeto: Ana Célia, Elisa, Giovana, Mariléia e Raquel.

Leia mais, clicando aqui !

Abraços da Ana

Quem foi Paulo Freire??

Por seu empenho em ensinar os mais pobres, Paulo Freire tornou-se uma inspiração para gerações de professores, especialmente na América Latina e na África. Pelo mesmo motivo, sofreu a perseguição do regime militar no Brasil (1964-1985), sendo preso e forçado ao exílio.

O educador apresentou uma síntese inovadora das mais importantes correntes do pensamento filosófico de sua época, como o existencialismo cristão, a fenomenologia, a dialética hegeliana e o materialismo histórico. Essa visão foi aliada ao talento como escritor que o ajudou a conquistar um amplo público de pedagogos, cientistas sociais, teólogos e militantes políticos.

A partir de suas primeiras experiências no Rio Grande do Norte, em 1963, quando ensinou 300 adultos a ler e a escrever em 45 dias, Paulo Freire desenvolveu um método inovador de alfabetização, adotado primeiramente em Pernambuco. Seu projeto educacional estava vinculado ao nacionalismo desenvolvimentista do governo João Goulart.

A carreira no Brasil foi interrompida pelo golpe militar de 31 de março de 1964. Acusado de subversão, ele passou 72 dias na prisão e, em seguida, partiu para o exílio. No Chile, trabalhou por cinco anos no Instituto Chileno para a Reforma Agrária (ICIRA). Nesse período, escreveu o seu principal livro: Pedagogia do Oprimido (1968).

Em 1969, lecionou na Universidade de Harvard (Estados Unidos), e, na década de 1970, foi consultor do Conselho Mundial das Igrejas (CMI), em Genebra (Suíça). Nesse período, deu consultoria educacional a governos de países pobres, a maioria no continente africano, que viviam na época um processo de independência.

No final de 1971, Freire fez sua primeira visita a Zâmbia e Tanzânia. Em seguida, passou a ter uma participação mais significativa na educação de Guiné-Bissau, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe. E também influenciou as experiências de Angola e Moçambique.

Em 1980, depois de 16 anos de exílio, retornou ao Brasil, onde escreveu dois livros tidos como fundamentais em sua obra: Pedagogia da Esperança (1992) e À Sombra desta Mangueira (1995). Lecionou na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Em 1989, foi secretário de Educação no Município de São Paulo, sob a prefeitura de Luíza Erundina.

Freire teve cinco filhos com a professora primária Elza Maia Costa Oliveira. Após a morte de sua primeira mulher, casou-se com uma ex-aluna, Ana Maria Araújo Freire. Com ela viveu até morrer, vítima de infarto, em São Paulo.

Doutor Honoris Causa por 27 universidades, Freire recebeu prêmios como: Educação para a Paz (das Nações Unidas, 1986) e Educador dos Continentes (da Organização dos Estados Americanos, 1992).

20 SOLUÇÕES PARA MANTER E MELHORAR UM RELACIONAMENTO

Lembra-se da última vez que entrou numa discussão ou numa briga com o seu parceiro? Não foi frustrante? Não foi doloroso? Foi mesmo necessário? O que é que nós podemos fazer para lidar melhor com estas situações sem arruinar os nossos relacionamentos? A relação com o nosso parceiro pode ser um dos aspectos mais recompensadores na nossa vida. Guardamos num lugar especial a pessoa com a qual partilhamos os inúmeros momentos de alegria. Diferenças na personalidade são inevitáveis, e aquilo que faz de nós seres únicos e individuais pode contribuir para o desacordo e conflito durante qualquer relacionamento. Aquilo que nos define enquanto individuo é na grande maioria das vezes o nosso principal obstáculo para um relacionamento saudável.
A gestão de diferentes personalidades, com interesses e gostos diferentes pode ser o alimento da discussão, ou não. Quando as discussões não são entendidas adequadamente, diferenças triviais de opinião podem tornar-se em verdadeiras batalhas, e provavelmente poderá afetar aquilo que levou meses ou anos a construir. Claro que existem formas de estar nas relações que são incompatíveis, podendo ambos beneficiarem da separação. No entanto grande parte das separações são desnecessárias, pois poderiam aprender a gerir a zanga ou a fúria e impedir a construção de um ciclo negativo de discussões. Estas quando acontecem, são causadoras de muita dor e desestabilização emocional. Encarando o parceiro de forma conscienciosa e com um desejo genuíno de entendimento, acredito que se consiga desenvolver a chave para o bem-estar da relação.

MUDANÇA REPENTINA DE ESTADO DE HUMOR

Grande parte das discussões parecem começar sem razão aparente significativa, mais parecendo lutas entre egos. Provavelmente já lhe aconteceu ter um período muito bom com o seu parceiro, tudo corre como imaginado, excelente empatia e compreensão. Mas, como todos sabemos o dia tem 24 horas e muitas coisas sucedem nesse intervalo de tempo, pequenas trocas de ideias que não coincidem, pequenos interesses que diferem, incapacidade de atender às necessidades do outro e assim sucessivamente até que o nosso estado interno se altera, passamos para um estado não colaborativo e aquilo que tínhamos falado, sentido e vivido à momentos atrás, transforma-se no pior dos nossos pesadelos. Inicia-se então uma discussão acérrima entre egos.

A VERDADE

Antes de abordar as formas como se pode ultrapassar a argumentação, desacordos, e lutas numa relação, vamos ponderar o que acontece quando nos encontramos neste estado de desconforto. O que apresento em seguida é aquilo que provavelmente você já viveu quando está num padrão de argumentação.
Fazer a birra de criança: em determinada altura da discussão, um dos dois está calmo, enquanto o outro torna-se numa criança. Essa pessoa torna-se irracional, extremamente emocional e defensiva. Diz coisas das quais se irá arrepender mais tarde. Assim que aquela “criança” pare de se expressar, pouco a pouco irá ficando mais calma, verificando-se depois um fenómeno extraordinário. Os papeis invertem-se e o outro torna-se agora a criança com birra.
  • Atenção, apreciação, reconhecimento – Quando se entra no modo de criança com birra, estamos à procura de atenção, apreciação e reconhecimento. O nosso estado emocional tem a sua raiz na necessidade que temos de procurar reforço para aquilo que é importante para nós.
  • Egoísmo e auto-centramento – quando a nossa birra de criança se expressa, tornamo-nos egoístas e auto-centrados. Não conseguimos entender porque razão o nosso parceiro não percebe o nosso ponto de vista. Quanto mais nos esforçamos, menos o outro consegue estar sensível aquilo que nos está a aborrecer. Neste estado, não conseguimos colocar-nos no ponto de vista do outro, não levamos em consideração os seus sentimentos, e esquecemo-nos que ele também está magoado e sofre com a situação.
  • Mentalidade de vítima – quando estamos neste estado, sentimo-nos como vítimas. A nossa mente foca-se nas evidências que suportam a nossa história de vitimização. A mente é ávida em construir histórias coerentes, e quando nos encontramos num estado de incapacidade, vamos arranjar tudo o que nos for possível para justificar aquilo que estamos a sentir, necessitamos de sentir que existem razões para estarmos a comportarmo-nos daquela maneira. Assim sendo a outra pessoa parece-nos a que não está a ser razoável. Sentimo-nos magoados, e vemos cada vez mais razões para a nossa dor. Pode-se dizer que num determinado grau de inconsciência, passa-se a gostar daquele cenário, pois de certa forma gostamos da dor que sentimos, dado que permite-nos representar na perfeição o papel de vitima. Alimentamos os nosso medos e receios de que a vida é feita de relacionamentos dolorosos e que ninguém nos entende.
  • Certo e errado – superficialmente, a batalha pode definir-se ao conjunto de argumentos que confirma quem está certo. Um dos parceiros acredita ter razão e que o outro está errado. O desacordo, rapidamente transforma-se numa batalha de egos. Tem-se uma forte e urgente necessidade de provar ao outro que estamos certos.
  • Emoções engarrafadas – no papel de criança com birra vai-se expressando os pensamentos auto-centrados que invadem a mente. As emoções engarrafadas na cave da nossa mente são a causa desses pensamentos, que na verdade na grande maioria das vezes não estabelecem qualquer tipo de relação com a situação que se está a desenrolar. Todos transportamos em nós algumas emoções que estão comprimidas, não se manifestando nas situações normais do dia-a-dia, e por este mesmo motivo não temos consciência delas. A não ser nestas situações de máxima tensão.
  • Significado alternativo – temos tendência para pegar em algumas palavras expressas pelo outro, saltando para conclusões, assumindo-se o pior. Encontra-se um significado que nos serve, mas que na verdades não é o verdadeiro significado das palavras transmitidas pelo outro. A pessoa diz a si próprio que este significado é absoluto, e permanente. A verdade é que todos nós em determinada altura portamo-nos de forma irracional, dizemos todo o tipo de coisas que não diríamos se não tivéssemos num estado emocional alterado.
  • Diferenças entre os sexos – os homens são tão emocionais e sensíveis quanto as mulheres. A diferença está na forma como homens e mulheres se expressam, e isto é usualmente mal entendido. Apresento-vos em seguida algumas diferenças. No entanto deverá levar em consideração duas coisas enquanto lê: 1) isto é uma generalização e nem todos as pessoas poderão encaixar-se; 2) quando me refiro às mulheres ou homens, refiro-me às qualidades e tendências femininas ou masculinas e não ao género.
  • Como mulher – as mulheres tendem a esconder os seus pensamentos. Quando estão aborrecidas ou chateadas com alguma coisa, assumem que a outra pessoa consegue ler mentes, e por isso deveria saber exactamente aquilo que estão a pensar sem que fosse necessário verbalizar. Normalmente verbalizam algumas pequenas dicas quando estão nesse estado. Isto é extremamente ingrato e injusto para a outra pessoa, dado que até pode querer ajudar, mas não consegue perceber como, nem entender porque razão a parceira está tão zangada. Na incapacidade do parceiro não perceber as pistas ou dicas, a mulher fica ainda mais zangada e magoada.
  • Como homem – os homens tendem a ser mais verbais, pensando alto. O homem até pode internalizar alguns dos seus sentimentos, mas os seus pensamentos são exteriorizados através da palavra. Porque os homens verbalizam os seus pensamentos, arranjam facilmente problemas com a parceira da sua vida, dado julgarem  que não vão magoar com aquilo que dizem. A sociedade condiciona o homem a ter um ego macho-alfa, que se comporta como se fosse uma parede, defendendo a integridade e a força dos seu carácter. Esta força define os seus pensamentos, mantendo as suas emoções invulneráveis e bem guardadas. O homem é muito mais perspicaz e sensível do que a sociedade o admite. O homem tem a capacidade para perceber quando a sua companheira está infeliz e certamente contribuir para a sua felicidade ou restabelecimento do bem-estar entre ambos. No entanto, a tendência é que a parceira não colabore, pois não transmite as suas razões de forma clara e simples.
  • AS SOLUÇÕES

    É inevitável que os parceiros irão ter na grande maioria das vez opiniões diferentes, todos as pessoas têm dias em que não conseguem gerir da melhor forma as suas emoções. O problema não é a existência de conflitos entre os parceiros, o problema coloca-se na forma como lidam com as situações. Quando os nossos egos se colocam no caminho, as nossas mentes tornam-se turvas entrando-se num sem número de argumentos descabidos. Algumas pessoas usam esses conflitos como uma oportunidades para obter respostas: “ É o meu relacionamento mais forte que o problema?” Usam as situações como uma forma de medir a estabilidade da relação. Não percebendo que a própria questão contribui para o conflito, dado que força ao uso da comparação. Ao invés existe uma forma bem mais efectiva de fazer a questão: “Somos maduros o suficiente para resolver o conflito com consideração, consciência e elegância?”
    Apresento em seguida alguns pontos que têm por objectivo contribuir para um relacionamento mais efetivo:
    • 1. Consciencialização – trazer consciência à situação em questão. Torne-se no observador dos seus pensamentos, emoções, necessidades, e ego. Pergunte a si próprio:- O que é que eu quero neste momento?
      - O que eu quero vem do meu coração ou do meu ego?
      - Conseguir o que quero, permite-me ser melhor pessoa?
      - Conseguir o que quero, permite-me trazer felicidade e realização a mim e aos outros significativos?
      - Quais são os aspectos mais significativos na minha vida? Isto encaixa-se nos meus valores?
    • 2. Expresse não suprima – fale livremente e abertamente. Sim, a verdade pode magoar, mas se você assumir a responsabilidade pelas suas palavras e falar de forma respeitosa para o outro, a sinceridade e honestidade expressa na sua mensagem irá sobressair. A outra pessoa irá apreciá-lo profundamente por isso. Esta abordagem irá permitir aliviar a tensão emocional, mas igualmente promover o entendimento mútuo.
    • 3. Reconheça a criança birrenta – ao trazer consciência para a situação, irá ficar mais capacitado para reconhecer quando é que o seu parceiro se encontra no estado de criança com birra. Quando ele está nesse estado, será extremamente benéfico manter-se calmo. Não personalize aquilo que é dito pelo outro enquanto ele estiver naquele estado, ele não queria dizer aquilo e provavelmente mais tarde irá arrepender-se.
    • 4. Como acalmar a criança – o estado de criança com birra, é um estado primário. Em determinadas alturas todos nos tornamos irracionais e excessivos. Sentimo-nos como se fossemos crianças novamente e fazemos birras para obter atenção ou conseguirmos aquilo que desejamos. Com isto em mente, o que é que o outro poderá fazer para nos acalmar quando estamos no estado de criança? Sente-se com o seu parceiro o tempo suficiente para abertamente abordar o assunto acerca do que é que poderia fazer para que ele se sentisse melhor quando está nesse estado. Por exemplo, podem criar um palavra código para dizer ao outro quando ele está prestes a entrar nesse estado. E você que estratégia usa?
    • 5. Padrão de interrupção – quando fazemos algo repetidamente, isso torna-se um hábito. Em vez de iniciar um conjunto de ações em que mais tarde se venha a arrepender, é importante trabalhar no sentido de arranjar qualquer coisa que interrompa definitivamente os comportamentos não desejados. De forma imaginada veja-se na situação desconfortável, pare, agora substitua mentalmente os comportamentos e emoções que desejaria vir a ter na próxima vez que possa sentir que está a perder o controlo. Agora, tente perceber como se sente, provavelmente bem melhor que a última vez que perdeu a calma. Ótimo, agora reforce esse sentimento, e diga a você mesmo que é isso que fará na próxima situação de desacordo com o seu parceiro. Tudo terminará bem melhor.
    • 6. “Olha-me nos olhos” – se você verificar que o seu parceiro está a ficar no estado irracional de criança ou a ficar chateado, peça-lhe para o olhar nos seus olhos, mesmo que seja por breves momentos. Este pequeno exercício de direcionar a atenção para a presença dos dois, pode fazer com que se lembrem quem são, e o quanto gostam um do outro. Para alem disso, transmite uma indicação directa de sinceridade e objectividade.
    • 7. Respire – feche os seus olhos e foque-se na sua respiração. Faça algumas respirações profundas e depois continue a respirar normalmente. Continue a fazer isto pelo menos durante 5 minutos. Depois preste atenção aos seus pulmões e sinta-os a expandirem-se e a contraírem. Sinta a energia que recebe ao respirar. À medida que vai mudando o foco, conseguirá igualmente mudar a seu estado mental e emocional. 
    • 8. Pergunte a si próprio: “ estou a argumentar com o objectivo de ganhar a discussão?– se a resposta for sim, pergunte a si próprio em que é que a vitória desta discussão fará diferença na sua vida daqui a 5 anos, ou para a semana, ou então amanhã? Este exercício coloca a discussão em perspectiva e por vezes pode fazer cair por terra toda a sua postura colocada na situação.
    • 9. Pergunte a si próprio: “O que é que se passa comigo que eu não gosto?” – na maioria da vezes, os argumentos que defendemos são simplesmente extensões de nós mesmos, facto que poderemos não ter consciência até que possamos refletir mais tarde, depois do erro já ter sido cometido. Quando nos percepcionamos com um forte impulso para criticarmos as outras pessoas, nós estamos na realidade a projetar aquilo que não gostamos em nós e que vemos nos outros. Observando os nossos pensamentos e comportamentos face aos outros, podemos colocar à nossa frente as inseguranças no assunto em questão.
    • 10. Coloque-se na pele do outro – imagine-se a si próprio no papel do outro. Usando o melhor das suas habilidades, tente sentir a dor que o outro está a experienciar. Como é que ele se sente? Como é que é esta nova perspectiva? Durante alguns segundos, finja isso. O “eu” deixa momentaneamente de existir, e agora você é a outra pessoa. Experiencie as suas palavras e sentimentos como se fossem seus. Este simples exercício ajuda-o a desenvolver a compaixão e a levar em consideração o ponto de vista do outro.
    • 11. “Como é que ele me faz sentir.” – quando consegue comunicar os seus pontos de vista, fala sempre de forma a transmitir como é que alguma coisa que aconteceu o fez sentir. Por exemplo, “quando eu não obtenho a tua opinião, isso faz-me sentir que eu não sou importante para ti”. Expressar como é que alguma coisa nos faz sentir, ao invés do que nós pensamos do que é que o outro fez de errado, reduz a necessidade instintiva de se defender. Quando as pessoas não estão num estado defensivo, estão mais receptivas a ouvir e a resolver o assunto.
    • 12. Altere rotinas, refresque-se – vá para uma divisão diferente da casa, para um sitio que não lhe seja comum, tente colocar as coisas em perspectiva. Procure clareza e entendimento acerca dos seus sentimentos e aquilo que quer para si e para a sua relação. Veja se existe alguma coisa diferente que possa fazer e acrescente valor ao seu relacionamento. Reenquadre esta nova e fresca motivação face a uma atitude positiva e construtiva, caminhe nesse sentido e coloque a estratégia em ação.
    • 13. Oiça – Oiça a outra pessoa. Oiça-a realmente. Dê-lhe o respeito que ela merece ser, ou não fosse a pessoa que escolheu para amar. Dê-lhe uma possibilidade de falar e expor a sua questões, opiniões, sentimentos ou ideias sem julgá-la. Renda-se a esse momento de abertura, e concentre-se nele. Ouça o outro com se estivesse a ouvir a si próprio. Ouça o outro da mesma forma como gostaria que o ouvissem a si.
    • 14. Perdoe e aceite – relembre-se que no nosso intimo a tendência é para que sejamos “boas” pessoas. Todos nascemos inocentes, amorosos, amigáveis e generosos. Tente ver isso nos outros, tal como deverá procurar isso em si. Todos temos em nós potencial para as boas ações. Somos seres gregários, gostamos de viver em grupo, necessitamos e tiramos prazer de estabelecer contacto e laços fortes com ou outros que nos são significativos.
    • 15. Desculpe e explique – diga, desculpa, e mostre que é isso que pretende, explicando porque razão pede desculpa. Não se intimide ou deixe que o seu orgulho se intrometa. A vida encarrega-se de nos mostrar que é curta, por isso tente fazer as coisas corretas, ao invés das coisas corretas para o seu ego. Claro que nós somos a nossa prioridade, mas as coisas que vivemos só fazem sentido, se lhes atribuirmos um propósito que normalmente passa pelo relacionamento que temos com as coisas ou com as pessoas.
    • 16. Renuncie à defensiva – renuncie à necessidade de se colocar na defensiva quando existe um discussão. Esteja atento quando o outro expressa os seus sentimentos. Não trate aquilo que o outro expressa usando a critica, ouça com aceitação e com um desejo genuíno de amor ao outro. Esta não é uma luta pelo poder é uma conversa. A expressão dos sentimentos e das necessidades do seu parceiro nada tem a ver consigo.
    • 17. Foque-se no que o outro fez bem – quando estamos chateados com o nosso parceiro, tendemos a focar-nos naquilo que fez de errado ou que não gostamos que faça ou diga. Lembre-se: aquilo no qual nos focamos expande-se. E esta capacidade torna-se uma desvantagem, dado que amplifica as coisas negativas nas quais nos focamos. Isto transforma-se em mais negatividade e aborrecimento. Foque-se naquilo que o outro fez de correto. Foque-se naquilo que gosta nele. Foque-se nas características pelas quais se orgulhou e fez com se apaixona-se, e que consequentemente faz dele um ser único e extraordinário.
      • 18. Pare de apontar o dedo – colocar a culpa no outro matem a luta viva. É uma progressão natural culpar os outros ou as situações pela nossa infelicidade e desconforto. Na verdade as Coisas que poderemos ter controlo são os nossos pensamentos, ações e reações às situações de vida. Poderemos nós culpabilizar os outros pela nossa infelicidade? Não será mais assertivo e realista colocar-se numa situação de fazer algo proativo no sentido de direcionar os seus pensamentos e percepcionar-se com capacidade de resolução face á situação desencadeada. “não podemos controlar o vento, mas podemos direcionar a vela”. Isto é verdadeiro e capacitante. Coloca assim a vida nas suas próprias mãos, direcionando-a para o caminho que pretende percorrer.
      • 19. Gratidão – a capacidade que todos temos para colocar a nossa vida em perspectiva é uma bênção. Mudando o nosso foco, mudamos também o nosso estado de ser, permitindo desta forma afastarmo-nos de más sensações e estados incapacitantes. Faça uma lista das coisas pelas quais se sente agradecido, feche os seus olhos e agradeça todas as funcionalidades existente no seu corpo, principalmente a capacidade que todos temos para gerar pensamentos e assim podermos construir soluções que nos servem. Podemos através desta capacidade extraordinária apreciar o que a vida tem de melhor.
      • 20. Construir um forte senso de valor – as inseguranças que se expressam nos relacionamentos, são o resultado das inseguranças que transportamos em nós próprios. Devemos propor-nos ao exercício de gostarmos de nós antes de nos propormos a amar os outros. Dedique algum tempo a construir uma relação forte consigo mesmo, neste processo tem a oportunidade de se deparar com as suas inseguranças e lentamente desintegrá-las, aproximando-se de si e apreciando-se pelo que é. Passe algum tempo de qualidade consigo próprio e encontre-se. O que é que gosta de fazer que gostaria de fazer mais?
E aí, vamos colocar em prática???

fonte: Miguel Lucas


Abraços da Ana Célia